28 de junho de 2018
publicado às 18h29
Exército de voluntários nos municípios de Goiás apoiam Zé Mário deputado federal
Zé Mário uniu o agronegócio e as cidades, reconstruindo a boa convivência entre os que produzem e a sociedade urbana. Todos consumidores e elo do desenvolvimento do país. (Foto: página pessoal no Facebook)

Zé Mário uniu o agronegócio e as cidades, reconstruindo a boa convivência entre os que produzem e a sociedade urbana. Todos consumidores e elo do desenvolvimento do país. (Foto: página pessoal no Facebook)

Por Wilson Silvestre – Políticos, empresários, religiosos ou qualquer outra atividade que envolve liderar pessoas, se firmam no embate das ideias e no exercício da atividade. Para se chegar a este patamar, o caminho passa pelos pedágios de muita fé, trabalho, estratégias pré-definidas e equipe azeitada para se alcançar sucesso no que se faz.

Estes princípios movem o pré-candidato a deputado federal, José Mário Schreiner (DEM) em sua trajetória profissional. Não importa se à frente da gestão pública, privada ou classista. Em qualquer uma delas tem provado ser capaz de superar desafios e alcançar êxitos.

Novamente enfrenta mais um desafio: ser confrontado com as urnas. Na eleição passada, sem apoios de seu antigo partido e praticamente isolado, conseguiu 71.832 votos. Agora, amadurecido e com um exército de amigos voluntários nos variados segmentos do agronegócio, principalmente nas cidades, é apontado como um dos favoritos do Democratas a ser eleito.

Sua agenda está preenchida de domingo a domingo em reunião com estes voluntários, além de gastar sola de botina, como gosta de dizer, tem uma rede social com mais de 2 mil inscritos e não para de crescer. “Este é o reconhecimento de nosso trabalho junto aos setores produtivos, não só no agronegócio, mas também nas cidades”, resume ele.

Uma de suas bandeiras, Zé Mário é a educação profissional dos jovens, tanto no campo quanto nas cidades. Ele acredita que a qualificação é o mais eficaz instrumento para diminuir o abismo social entre ricos e pobres. “Num mundo cada vez mais tecnológico, operacional e técnico, não basta ter um diploma superior. O mercado exige maior qualificação além do preparo acadêmico e o Brasil, infelizmente, encontra-se na rabeira do conhecimento profissional. Temos carências de profissionais em todos segmentos da economia, principalmente nos setores privado e público”, pontua.

Desde seus primeiros passos na gestão pública e à frente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Zé Mário tem sido uma voz ligando os setores produtivos do agronegócio com a população urbana. Trabalhou incansavelmente para romper o preconceito e o fosso, erroneamente criado pela pedagogia de esquerda que demonizou o agronegócio anos a fio.

Sua experiência nos embates em defesa do setor que mantém a economia numa curva crescente, gerando milhares de empregos diretos e indiretos, fez de Zé Mário uma voz permanente nos embates em defesa da iniciativa privada e dos cidadãos menos assistidos pelos poderes públicos.

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