28 de junho de 2018
publicado às 18h23
Oposição ao prefeito Daniel do Sindicato chora pela perda da ‘boquinha’ e não em defesa de Cristalina
Abraço do povo ao prefeito de Cristalina, Daniel do Sindicato mostra que uma meia dúzia de opositores andam na contramão da história. (Foto; Cidade de Cristalina/Facebook)

Abraço do povo ao prefeito de Cristalina, Daniel do Sindicato mostra que uma meia dúzia de opositores andam na contramão da história. (Foto; Cidade de Cristalina/Facebook)

Por Wilson Silvestre – A história nos ensina que nenhuma nação, estado ou município, por menor que seja, alcançou desenvolvimento social e econômico sem o contraponto de ideias. Este é um dos fundamentos que sustenta a democracia e seus múltiplos interesses, quer no campo político, empresarial ou mesmo na instalação de uma luminária numa rua de chão batido.

Neste regime de oportunidades iguais, todos tem voz para suas demandas e queixas, contemplando grupos que compõe os estratos de um sociedade. O debate a favor ou contra um modelo administrativo, é importante para regular a gestão pública e serve para consolidar o bem coletivo.

Nenhum administrador público quer deixar um legado ruim para o sucessor e as gerações futuras. Todos buscam aperfeiçoar a qualidade do atendimento público e corrigir falhas, mas nem sempre é possível. Então, uma minoria de predadores busca o caos para destruir o que está sendo realizado com esforço e sacrifício. Não tem responsabilidade com o que pregam e objetividade administrativa. Interessam apenas a lógica burra do quanto pior melhor.

Irresponsáveis e sem nenhum compromisso com propostas factíveis, usam mais a bílis para destilar veneno contra a gestão. Este é o perfil dos opositores ao prefeito de Cristalina Daniel [do Sindicato] Sabino Vaz (PSB). Composto por um grupo que pode ser acomodado, com folga, numa Kombi. Se realmente tivessem liderança e capacidade em influir no comportamento dos eleitores, teriam uma legião de seguidores, mobilizariam a população num levante contra a administração da prefeitura.

Até agora, o que mais produziram foram textos nas redes sociais atacando o prefeito Daniel e seu grupo. A estratégia é provocar o Ministério Público para extrair factoides, jogar na opinião pública e posar para as fotografias como os mocinhos do bem. Estes cavaleiros do Apocalipse esquecem que existem outras instituições fiscalizadoras na administração pública. É bom lembrar a estas vivandeiras do caos que o Ministério Público não está a serviço de grupos, partidos ou interesses pessoais. Trata-se de uma instituição de estado a serviço da população e não da vontade e desejos de grupos A ou B. Simples assim.

Por que estes seguidores do Conselheiro Acácio – personagem do genial escritor português, Eça de Queirós (1845-1900) – não ajudam a ‘garimpar recursos’ para o município? Todos gostariam de morar na propaganda destes arautos do caos. Sim, eles batem bumbo anunciando desmando em tudo, mas nunca tiveram a curiosidade de perguntar se a população não tem conhecimento das dificuldades em que passa o pais, estados e municípios.

São oportunistas que necessitam do caos para oferecerem soluções mágicas, pregando moralidade, serviços públicos de primeiro mundo e cobrando aquilo que, num passado recente não deram conta de equacionar. Pelo contrário, permaneceram passivos e mudos.

Daniel não pode transgredir o orçamento e atropelar a lei para atender demandas da população em uma única ‘canetada’. Existem normas e regras para execuções de serviços, mesmo que isto signifique desgastes político. Sua prioridade tem sido o atendimento às pessoas, melhorando a saúde, segurança e educação de base.

Nenhum gestor público governa orientado pelos gritos de uma minoria que ninguém sabe precisar o que realmente quer para o município. Estas vivandeiras do caos agem ressentidas, gritando ao vento por terem perdido suas ‘boquinhas’ na prefeitura.

Sorrateiramente, usam o nome da população como escudo aos seus interesses, tanto políticos quanto eleitoreiro. Ressentidos e amargos, não oferecem solução ou alguma proposta que chame a atenção dos cidadãos. Parafraseando o jornalista, escritor e poeta gaúcho, Mario Quintana (1906 – 1994): Daniel passarinho, eles passarão.

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