3 de fevereiro de 2020
publicado às 16h10
Matemática dos pré-candidatos a prefeito de Valparaíso foge da realidade econômica
Montagem: silhueta de Pinóchio e o Cocheiro, vilão do personagem publicado em 1940

Montagem: silhueta de Pinóchio e o Cocheiro, vilão do personagem publicado em 1940

Por Wilson Silvestre – Em 2002, o então mago dos magos do marketing político, Duda Mendonça foi contratado pelo PT para mudar a imagem de Luiz Inácio Lula da Silva. A ideia era aproximá-lo da classe média e conquistar a confiança da elite do País. Duda adotou duas linhas para descaracterizar o ‘o demônio petista’. Uma delas com o slogan ‘Lula paz e amor e, nos primeiros debates de televisão, o contraponto midiático, “quem bate perde”. Parece que em Valparaíso a oposição ao prefeito Pábio Mossoró (MDB) não aprendeu a lição. Dia sim outro também, descem a borduna no prefeito como se ele não tivesse assentado um tijolo na melhoria da cidade.

Muitas dessas lideranças políticas são personagens de si mesmos, girando em torno de ideias desconectadas dos cidadãos-eleitores. Eles ignoram conquistas e avanços na gestão Mossoró e afrontam a população que usufruem dos benefícios conquistados. É evidente que falta muito a ser construído, mas não se resolve todas as demandas de uma cidade que aproxima dos 170 mil habitantes num passe de mágica ou como a população deseja e merece. Entre a intenção e ação existe entraves que não dependem de quem está no poder. Recursos de menos e o labirinto burocrático, às vezes adiam promessas e sonhos dos que esperam benefícios públicos.

O papel de quem almeja o poder é desconstruir o adversário. É do jogo democrático, no entanto, a crítica desconstruindo sem propostas concretas, formuladas dentro da realidade financeira do município, estado e do país, leva desconfiança ao eleitor quanto a capacidade do pré-candidato em fazer melhor. Por enquanto, nenhum dos pré-candidatos a desbancar Pábio Mossoró da prefeitura conseguiram chamar a atenção dos quase 70 mil eleitores cadastrados. Sinal de que a discurseira contra Mossoró tem surtido pouco efeito.

Pelas entrevistas na mídia, principalmente rádios dos pré-candidatos a prefeito, o orçamento municipal é suficiente para se ter atendimento público em saúde padrão Hospital Albert Einstein. Asfalto então, todas as ruas de Valparaíso, incluindo chácaras já estariam asfaltadas, incluso rede de saneamento básico. Suas excelências imaginam que o eleitor vai cair nessa matemática antiga e mofada de que “dinheiro tem, falta é gestão”. A realidade econômica bateu à porta de todos, incluindo o cidadão simples que não participava do debate político. Portanto, as meias-verdades que se aproveitavam da desinformação dos cidadãos do andar de baixo da pirâmide social, não mais surtem efeito. As pessoas querem sonhar, mas com os pés no chão.

O blog torce para que o debate não seja rasteiro e sim de ideias, mostrando à população que o cenário político do país é outro. O cidadão valparaisense espera que o debate não seja medíocre e execrável, mas repleto de ideias edificantes que realmente ajude Valparaíso a ser a porta de entrada para a ‘Califórnia brasileira’. Sim. O chamado Entorno Sul tem tudo para figurar entre as regiões mais prósperas e produtivas de Goiás. Uma região ideal não só para a produção agrícola, exemplos de Cristalina e Luziânia, mas um lugar com infraestrutura para abrigar grandes empresas de tecnologias, universidades e a geração de empregos no setor de serviços.

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