4 de fevereiro de 2020
publicado às 21h28
Em Valparaíso, Elvis, Lêda, Afrânio e Ferreira fecham acordo para enfrentar Pábio Mossoró
COISAS DA POLÍTICA - Vereadores Elvis Santos, Coronel Ferreira, deputada estadual, Lêda Borges e Afrânio Pimentel surpreendem o distinto cidadão-eleitor com um armistício na ‘guerra’ para conquistarem a Prefeitura de Valparaíso: quem estiver melhor avaliado nas pesquisas até a data para registro de chapa, será o candidato do grupo. Muita gente duvida que este trato sobreviva até lá, afinal o ego e a vaidade no grupo é maior do que a torre do Banco Central em Brasília. (Montagem sobre fotos do Fecebook)

COISAS DA POLÍTICA – Vereadores Elvis Santos, Coronel Ferreira, deputada estadual, Lêda Borges e Afrânio Pimentel surpreendem o distinto cidadão-eleitor com um armistício na ‘guerra’ para conquistarem a Prefeitura de Valparaíso: quem estiver melhor avaliado nas pesquisas até a data para registro de chapa, será o candidato do grupo. Muita gente duvida que este trato sobreviva até lá, afinal o ego e a vaidade no grupo é maior do que a torre do Banco Central em Brasília. (Montagem sobre fotos do Fecebook)

Por Wilson Silvestre – A festa de filiação do grupo do prefeito de Valparaíso, Pábio Mossoro ao MDB na quinta-feira (6), acelerou as negociações entre os pré-candidatos a prefeito unindo forças contra o favoritismo de Mossoró. Capitaneados pela ex-prefeita e deputada estadual, Lêda Borges (PSDB), vereadores Elvis Santos (SD), Ferreira (deve ir para o PRTB) e o veterano ex-candidato a prefeito, Afrânio Pimentel (PP) fumaram o cachimbo da paz. Na reunião entre o ‘Quarteto Fantástico de Valparaíso’, ficou decidido que o melhor avaliado em pesquisas será ungido cabeça de chapa do grupo.

Eles se organizam para marchar juntos na batalha contra o empoderado Pábio Mossoró. Mas, muitas lideranças que conhecem de perto a natureza escorpião do quarteto, desconfiam que esta aliança perdure. Citam como exemplo a declaração de Lêda em entrevista à Rádio Supra, que “o PSDB terá candidato em Valparaíso”. Indagada se seria ela, desconversou, sinal de que o acordo está parecido com amizade do Facebook: consta na lista de ‘amigos’, mas pode ser até inimigo.

Para o distinto público eles irão dizer, por enquanto, que a união é para enfrentar o “poder da máquina pública controlada por Mossoró”. No entanto, o blog apurou que esta estratégia é um biombo para ‘segurar’ potenciais pré-candidatos em torno de Lêda. Sem a união, nenhum deles tem chances de vencer a corrida eleitoral, muito menos Lêda que acumula desgastes. Soma-se a isto o fato de que, mesmo influenciando muito pouco na disputa, o governador Ronaldo Caiado vai jogar duro na eleição de Paulo Roriz (Democratas).

Escreva um comentário