Greves: Governador manda exonerar ocupantes de cargos indicados por Gutemberg Fialho

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BLOG DO CALLADO – Gutemberg Fialho tem cerca de 80 importantes cargos, entre eles três Regionais de Saúde, a Diretoria de Atenção a Saúde e diretorias administrativas…

ROLEMBERG DF

O então candidato a deputado pelo PSB, Gutemberg Fialho, ao lado do governador Rodrigo Rollembegr, durante a campanha eleitoral do ano passado.

Os dois são correligionários de partido, mas relação entre o governador Rodrigo Rollemberg e o presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico), Gutemberg Fialho, há muito tempo não é amistosa. E vem piorando nos últimos dias.

Gutemberg usou termos fortes durante assembleia que manteve o movimento grevista dos médicos por tempo indeterminado. Ele ameaçou dar entrada em ações de improbidade administrativa e responsabilidade civil contra Rollemberg

Por sua vez, o governador convocou o secretário de Saúde, Fábio Gondim, e decidiu que todos os apadrinhados de Gutemberg no governo serão exonerados nos próximos dias. Não é pouca gente. Entre os cargos, Gutemberg indicou os coordenadores de três Regionais de Saúde: Samambaia, Núcleo Bandeirante e Santa Maria. É dele também a indicação da Diretoria de Atenção à Saúde e diretorias administrativas da Secretaria de Saúde. A exoneração dos apadrinhados seria feita sem nem avisa-lo.

Gutemberg foi candidato a deputado distrital pelo PSB. Ficou na suplente suplência. Com a ida do primeiro suplente, Roosevelt Vilela para a Câmara Legislativa, será o próximo da fila para ocupar uma cadeira de deputado.

O presidente do SindMédico sonhava em ser o secretário de Saúde. Seu nome foi vetado pelo governador. E se depender de Rollemberg, Gutembeg também não assumirá a vaga de deputado distrital.

Em nota no site do sindicato, Gutemberg afirma que, até hoje, Rollemberg, quando participa, faz discursos vazios e deixa as reuniões sem ouvir os trabalhadores. “Este governo não respeita leis, não tem a transparência prometida na campanha eleitoral, tampouco respeito pelo servidor e pela população. Se não reagirmos agora, vão continuar a cometer abusos”, diz o presidente do SindMédico-DF.

 

 

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