Bittencourt propõe resgate da autoestima do goianiense e critica gestão PMDB/PT

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Pré-candidato a prefeito de Goiânia, Luiz Bittencourt (PTB): “Vamos transformar o espaço público em um espaço de conforto, agradável”
Pré-candidato a prefeito de Goiânia, Luiz Bittencourt (PTB): “Vamos transformar o espaço público em um espaço de conforto, agradável”

Planejamento “linha dura”, sem concessões para interesses políticos que divirjam do bem comum. Este é o ingrediente principal da receita que o engenheiro e pré-candidato a prefeito Luiz Bittencourt (PTB) propõe para resgatar a qualidade do poder público de Goiânia depois do “desastre administrativo protagonizado por PT e PMDB nos últimos anos”.

Bittencourt – que já começou a trabalhar no seu plano de governo – afirma que a plataforma eleitoral que ele apresentará ao longo dos próximos meses contém propostas capazes de transformar a cidade em um novo “centro efervescente”, como foi no passado.

“Vamos transformar o espaço público em um espaço de conforto, agradável. Transformar a cidade no aspecto de seu uso coletivo. Se o poder público fizer a sua parte, a auto-estima das pessoas também vai melhorar e elas se sentirão estimuladas a ajudar e a participar desta evolução. É aquilo que os urbanistas modernos falam do ‘pertencimento à cidade’: “Eu pertenço a uma cidade, quero fazer parte desse processo’”, afirma.

Uma das principais preocupações do petebista é o transporte coletivo, que ele diz ter sido tratado de forma amadora pelas gestões de PT e PMDB.  “A promessa era desencadear uma revolução no transporte coletivo em seis meses, mas veja você: passaram-se 12 anos. Chega de discursos messiânicos e de demagogia. O enfrentamento de problemas sérios do município, como a mobilidade urbana, exige planejamento linha-dura e de médio a longo prazo”, afirma Bittencourt. “Estou certo de que a população está cansada dessas coisas. Ela vai atrás de quem pode resolver seus problemas com planejamento, não com essas promessas messiânicas”.

Outra célebre promessa de campanha do ex-prefeito Iris que não foi cumprida no período em que ele chefiou o poder público municipal foi a de determinar o funcionamento ininterrupto de Cais e postos de Saúde de Goiânia, ou seja: 24 horas por dia. Fez-se, na verdade, o caminho inverso: hoje há menos unidades abertas ao atendimento e a falta de profissionais – causada pelo baixo salário pago pela prefeitura – torna o acesso da população ao corpo médico cada dia mais difícil. (Por Goiás 247).

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