VALPARAÍSO] Plácido Cunha Roller são esperanças do PMDB para recuperar forças no Entorno

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Esperanças do PMDB no Entorno de Brasília são os pré-candidatos a prefeitos, Plácido Cunha (Valparaíso) e Ernesto Roller (Formosa)
Esperanças do PMDB no Entorno de Brasília são os pré-candidatos a prefeitos, Plácido Cunha (Valparaíso) e Ernesto Roller (Formosa)

Por Wilson Silvestre – Com uma nova meta em reconquistar forças na região do Entorno, o novo presidente do partido em Goiás, deputado federal Daniel Vilela aposta nas pré-candidaturas a prefeito de Plácido Cunha (Valparaíso) e Ernesto Roller (Formosa). Plácido foi vereador, secretário municipal e tem interlocução com todas as legendas, até mesmo com o PT da prefeita Lucimar Nascimento. Se não fosse o rompimento com o PMDB nacional, Plácido teria chances de uma aliança com os petistas em função do bom diálogo que mantém com todas as correntes.

Mesmo sem o apoio do PT, ele constrói silenciosamente alianças suprapartidárias. Sua estratégia é ancorada na constatação de que o principal adversário PSDB – caso Lêda Borges não dispute –, entra no jogo sem um puxador de votos, assim como PT e outras legendas. Soma-se o fato de todos estarem no mesmo patamar, outra vantagem a favor de Plácido: Tadeu Filippelli.

Caso tudo encaminhe como manda as regras constitucionais, Dilma Rousseff pode dar tchau ao posto de “presidenta”. Assume, caso novamente as regras não mude, Michel Temer. Com ele na principal cadeira do país, Filippelli passa a ser um influente padrinho do partido no Entorno, principalmente na região metropolitana de Brasília. Ele é um dos assessores próximos de Temer e Eliseu Padilha. Como Filippelli trabalha para voltar ao Palácio do Buriti, não mais como vice, mas governador em 2018, a região metropolitana de Brasília faz parte de sua esfera de influência.

Em Formosa, Ernesto Roller subestima muito o atual prefeito Itamar Barreto (PSD) e quer ser eleito por gravidade, ou seja, sem gastar sola de sapato. O grupo do deputado anda de salto alto, tipo Luiz XV e dão como “morto politicamente” Itamar. Este misto de vaidade e arrogância pode sepultar os sonhos dos peemedebistas. Mas ainda é a aposta de Daniel Vilela.

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