LUZIÂNIA] Cristóvão Tormin provou ser um cavalo paraguaio e frustra aliados

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Prefeito de Luziânia Cristóvão Tormin (PSD): continuando a debandada de aliados, corre o risco de terminar o mandato sozinho
Prefeito de Luziânia Cristóvão Tormin (PSD): continuando a debandada de aliados, corre o risco de terminar o mandato sozinho

Por Wilson Silvestre – O PT nunca foi o partido “da hora” em Luziânia, como diria os mais jovens, mas manteve-se como protagonista em várias disputas eleitorais. Por oportunismo político, na eleição de 2012 se aliou à aliança vitoriosa do atual prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin (PSD). O Vice, Didi Viana, petista histórico contribuiu muito para que Cristóvão se elegesse, mas agora, diante do avanço de Marcelo Melo (PSDB) na conquista de aliados, Didi, principal manda chuva da estrela vermelha em Luziânia, percebeu que o barco do prefeito tem muitos furos e pode afundar rapidamente. Então, pulou fora.

Continuar nessa toada, logo Cristóvão vai olhar pela janela e perceber que se tornou um ermitão político, daqueles que nascem capim na porta e que o povo não vai sentir saudades. Por conta desse abandono aliado, Cristóvão está sendo comparado a um cavalo paraguaio: tem uma forte arrancada, mas não tem chegada por isso frustra os poucos aliados que sobram. Ele deve engrossar a lista dos prefeitos de um mandato só e que não inovou na gestão, portanto, sem ter ideias inovadoras, não tem como ter aliados ou ser confrontado intelectualmente. Entra para a história como um político esperto, matreiro e… só.

Enquanto isso, seu adversário Marcelo Melo faz o contraponto sintonizado com a contemporaneidade, propondo a antítese de Cristóvão que optou por uma gestão “Arca de Noé”, onde cabem todos, mas sem planejamento e focado no populismo “fim de feira”. Talvez esta tenha sido a senha para que partidos como PT, PDT e PCdoB tenham levantado voo da arca de Cristóvão.

Desde o início da aliança “Arca de Cristóvão” estava escrito que, partidos tradicionalmente à esquerda. não conviveriam harmonicamente com o estilo Mussolini do prefeito. Em política, o egocentrismo dura pouco ou tem vida curta. E Cristóvão está aprendendo pelo modo mais doido e sofrido o que é administrar sozinho na multidão.

Enquanto isso, Marcelo Melo no seu caminhar seguro, marcha rumo a consolidação do projeto político construído em conjunto com as mais variadas lideranças de Luziânia. Marcelo tem dito que veio para o PSDB porque “temos um grupo que acredita que podemos mudar a realidade da prefeitura de Luziânia, equacionando as contas, cortando despesas, planejando ações e mantendo o diálogo permanente com a população”.

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