Oposição abre guerra contra Attié pintando uma Cristalina diferente daquela que o povo vê

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Acreditem: Cristalina será lembrada como a cidade do antes de Luiz Attié e o depois. A história costuma ser reescrita com nostalgia e até arrependimentos
Acreditem: Cristalina será lembrada como a cidade do antes de Luiz Attié e o depois. A história costuma ser reescrita com nostalgia e até arrependimentos

Por Wilson Silvestre –  “Nos últimos anos, mais especificamente desde que Luiz Carlos Attié assumiu a prefeitura, um novo dado tem chamado atenção: o desenvolvimento industrial. Sem inimigos políticos — embora não sem resistência, com a qual sofreu, vinda do Legislativo municipal, durante parte do mandato —, ele tem conseguido conquistar novas fábricas. Com bom trânsito em Brasília, Attié tem também uma capacidade única entre os prefeitos goianos para conseguir aprovação de projetos”. Trecho de apresentação da entrevista do prefeito Luiz Attié ao Jornal Opção, em janeiro de 2012. Na integra aqui http://www.jornalopcao.com.br/posts/entrevista/acredito-em-cristalina-e-no-que-estou-fazendo-pela-cidade

Pode-se não gostar do prefeito de Cristalina, Luiz Attié (PSD), mas é inegável não reconhecer seu talento político e capacidade de trabalho em prol do município. Attié trabalha muito para tentar melhorar a qualidade de vida dos cidadãos de Cristalina, sem impor sacrifícios maiores às pessoas que, por conta da crise econômica, são penalizadas nas expectativas daquilo que esperam de uma gestão pública. Mesmo se esforçando para cumprir compromissos assumidos com a população, o cenário vai continuar a ser sombrio em 2017/18, portanto, promessas de milagres da noite para o dia não virão. Faltam recursos para investimentos públicos a nível de país, estado e municípios. Tudo que for prometido aos cristalinenses nesta disputa eleitoral, não virá como o anunciado. Tem quer ser alguém que sabe o caminho das pedras.

Cristalina padece da falta de recursos como qualquer outra cidade brasileira e tem, assim como os demais municípios, carências históricas dos mais variados tipos, desde moradia ao remédio de alto custo. Não seria em meio à recessão que o pais atravessa, principalmente a partir de seu segundo mandato, que o prefeito Luiz Attié iria resolver demandas no município paradas há 30 anos, como a falta de infraestrutura nos bairros de Cristalina, como rede de esgoto, água tratada e asfalto.

O bairro Vila São João próximo à Academia da Saúde é um exemplo:  edificado em cima de uma rocha com um declive de 40º graus. Segundo avaliação de engenheiros, para realizar obras em galerias pluvial, asfalto e saneamento básico, teria que dinamitar a rocha. Além de caro, o serviço teria que ser realizado por uma empresa especializada, isso colocaria em risco pessoas e moradias próximas. Uma outra hipótese seria evacuar a população. Como o prefeito vai reparar um erro lá de trás que permitiu construções residenciais sob um terreno que não comporta infraestrutura? Mas, a oposição com sua varinha mágica, disse que vai resolver tudo.

OPOSIÇÃO ESCONDE A VERDADE – Estas questões, a oposição não conta aos moradores, muito pelo contrário, aumentam o problema visando conquistar mentes e corações da população do bairro, sem levar em conta a verdade e riscos. Como acreditar em gente assim? A solução tem que ser política, mas com bom senso, buscando junto à população, não só da Vila Andrade, São João, Lustosa, Cristalina Velha, Bairro Jk e tantas demandas históricas, mas com o conjunto da sociedade cristalinense visando encontrar a melhor solução. O prefeito Luiz Attié é todos os cristalinenses e não só uma parcela da sociedade, afinal, ele foi eleito pela maioria e, ao tomar posse, deixou de ser o candidato de uma coligação para ser o prefeito de todos. Dentro de seus esforços político e administrativo, ele tem honrado esta confiança, mas a oposição insiste em mostrar uma Cristalina arrasada que só pessoas com pendores masoquistas viveriam aqui.

Além de postos de saúde, uma moderna Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi entregue recentemente à população
Além de postos de saúde, uma moderna Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi entregue recentemente à população

Para os opositores do prefeito Attié, aqui não tem hospital, remédios, médicos, Unidades de Saúde Básica, Postos de Saúde, escolas de ensino básico que preste, creches, equipamentos para lazer e exercícios coletivos como a Academia da Saúde, iluminação pública, segurança, limpeza urbana, asfalto, transporte escolar, manutenção de estradas vicinais e valorização do servidor público. Citando só algumas conquistas da população, mas para os opositores do prefeito, principalmente o vereador candidato ‘Biruta de aeroporto’, ou seja, aquele que move na direção contrária do vento, nada disto existe. Mas, quando se pergunta ao cristalinense o que ele acha da cidade em que mora, a resposta derruba por terra as críticas dos opositores de ocasião e oportunistas da hora: “Aqui é o melhor lugar do mundo”, responde qualquer morador.

É importante que a população reveja seus conceitos políticos e eleja pessoas comprometidas com as inúmeras questões estruturais da cidade e do município como um todo. Provoquem o debate sobre questões relevantes ao invés de perder tempo e energia, criticando uns aos outros. Governo, Parlamento e a sociedade são importantes na busca de soluções, desde que debatidos com profundidade e lógica. Façam oposição. É legítimo, saudável e importante na busca de melhorias, quer junto ao executivo municipal, Câmara de Vereadores, governos estadual, federal e o Congresso.

A Cristalina que a oposição ao prefeito Attié insiste em mostrar, não é a mesma que as pessoas vivem, trabalham, se divertem, estudam, amam, casam-se, criam filhos e professam sua fé. Não. A Cristalina deles é aquela que está dentro de suas cabeças caóticas, sombria, triste, cinzenta e amarga, pois não suportam ver os avanços conquistados nos últimos anos. Parodiando o escritor gaúcho, Mário Quintana (1906-1994): “Eles passarão, Luiz Attié passarinho”. Ou seja, vai continuar a voar sobre o espaço de Cristalina, Entorno de Brasília, Brasília e outros espaços. Eles vão continuar sendo figuras menores, egoístas e perdidos em seus devaneios de homens de passos curtos, rústicos e isolados da modernidade.

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