CRISTALINA] Por que a oposição construiu um muro de ódio ao prefeito Luiz Attié?

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Prefeito Luiz Attié (esquerda) sofre ataques raivosos de opositores tentando atingir os candidatos a prefeito e vice, Maks Louzada e Edu Martini
Prefeito Luiz Attié (esquerda) sofre ataques raivosos de opositores tentando atingir os candidatos a prefeito e vice, Maks Louzada e Edu Martini

Por Wilson Silvestre – Tempo difíceis esta quadra que vivemos em nosso país onde uma crise econômica gerou uma crise política, ambas, mesmo sanadas, deixam sequelas no inconsciente da população. O brasileiro cordial e afável deu lugar ao intolerante e revoltado, contra tudo e todos. Para piorar, o PT com sua visão de esquerda atrasada, manipuladora e assaltante do erário, tenta dividir o país entre “o nós” contra “eles”. Este mau humor chegou à política e disso tem se aproveitado oportunistas de ocasião, inflando os mais humildes e carentes contra o poder executivo, quer federal, estadual e principalmente nos municípios. Muitas reivindicações, legítimas, mas aquém dos recursos disponíveis nos cofres públicos não foram executadas por absoluta carência financeira.

Este é o caso de Cristalina onde o atual prefeito, Luiz Attié conclui seu último ano de mandato, sofrendo uma das mais ferrenhas e odiosas campanhas contra sua gestão e o legado de obras no município. Detalhe: nem candidato ele é já que foi reeleito em 2013, fato inédito em Cristalina. Mas, ao indicar o jovem Maks Louzada (PSD) como candidato do partido, muitos dos pretendentes à vaga, como o vice-prefeito João Fachinello (PSDB) entre outros, debandaram para a oposição, abraçando os até então, ‘inimigos’ juramentados.

O ódio ao prefeito Attié não é pelo fato de terem sido preteridos, mas pela recusa do prefeito em bancar alguém com índices de rejeição altíssimos, apontado por pesquisas qualitativas. Parte desta rejeição também ‘colou’ na gestão do prefeito. Normalmente, dois mandatos seguidos, deixam muitas expectativas frustradas em determinados segmentos da população, mas é inegável o legado de Attié nestes quase oito anos de mandato.

Na área de saúde, onde o candidato a prefeito do PSD, Maks Louzada foi secretário, realizando uma gestão acima da média dos gestores do setor, foram investidos entre construção do hospital Chaud Salles, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Postos de Saúde – hoje denominados Estratégia Saúde da Família –, cirurgias, remédios de alto custo, traslados diários de pacientes para Goiânia e Brasília, reajustes salariais entre outras ações menores, foram investidos mais R$ 200 milhões. Para efeito estatístico, tomando como base os indicadores sociais, recursos disponíveis e público alvo, o atendimento em saúde nos municípios com até 100 mil habitantes, Cristalina figura entre os 20 melhores equipados. São mais de 40 mil atendimentos por ano, quase a população estimada de 55 mil habitantes do município. Attié não investiu só em saúde, mas também em infraestrutura como asfalto, praças, iluminação pública, educação e seguranças.

É por conta deste capital administrativo de realizações, que a oposição tenta construir um muro de ódio contra a gestão de Attié. O verdadeiro pano de fundo é porque ele contrariou com sua eleição e reeleição, interesses cartoriais de uma elite que sempre se beneficiou do poder público municipal. Basta uma breve retrospectiva para se constatar o que era Cristalina antes de Luiz Attié e hoje. O mesmo grupo que comandava a prefeitura no passado é o mesmo que hoje está na oposição, salvo novos personagens que entraram como biombos de um projeto dito ‘renovador’.

Por que o adversário não é o candidato Maks Louzada, mas o prefeito em fim de mandato? Simples. Caso os adversários do prefeito vençam a disputa, eles vão passar o primeiro ano de governo destruindo, como uma horda de bárbaros, tudo que lembre a gestão moderna de Attié. Não satisfeitos, precisam dizer à população que não podem cumprir os compromissos de campanha, porque receberam uma “herança maldita do antecessor”.

Esta será a justificativa para desconstruir a gestão moderna da prefeitura, esfacelar o grupo político do prefeito e caçar, literalmente, qualquer aliado da atual gestão. Este é o modelo administrativo que será implantado. A afirmativa é constatada pela forma como pregam o ódio em seus discursos quando se referem a atual gestão. Se um visitante ou investidor chegar hoje em Cristalina e ouvir o discurso dos opositores ao prefeito, voltam correndo para a estrada. Simples assim. Na cabeça da oposição, aqui não tem qualidade de vida, saúde, educação, segurança e infraestrutura.  Cristalina, na visão deles, é a pior cidade do país e só quando “nós conquistarmos a prefeitura”, tudo vai melhorar.

Esta é a oposição que, ao invés de construir pontes, dinamitam sonhos dos que vivem numa próspera cidade, mas que a oposição presta um desserviço em não reconhecer avanços administrativos. A história será diferente do discurso – caso vençam – porque a crise econômica em que o país atravessa, não vai permitir cumprir 10% do que prometeram. Quem viver verá.

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