Gestão de Attié em Cristalina recompôs o caminho das conquistas econômicas e sociais

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Prefeito de Cristalina, Luiz Attié: “Assim como em qualquer outra mudança de paradigmas, precisamos nos preparar, compreender e estabelecer inovações na gestão pública para mantermos conectados com a realidade dos cidadãos”
Prefeito de Cristalina, Luiz Attié: “Assim como em qualquer outra mudança de paradigmas, precisamos nos preparar, compreender e estabelecer inovações na gestão pública para mantermos conectados com a realidade dos cidadãos”
“Eu entrei no governo com um objetivo: transformar o país, de uma sociedade dependente em uma sociedade autoconfiante, de uma nação dê-para-mim em uma nação faça-você-mesmo”. (Margaret Thatcher -1925-2013).

Por Wilson Silvestre – A epígrafe acima dita por uma mulher extraordinária que retirou a Inglaterra de uma crise econômica sem precedentes, sintetiza muito bem o espírito republicano e liberal do prefeito de Cristalina, Luiz Attié (PSD). Guardada as devidas proporções em dimensão, cultura e complexidade econômica, este empreendedor focado no trabalho, na livre concorrência e em políticas públicas como instrumentos que ajudam na conquista do desenvolvimento econômico e social do município, deve ter se inspirado na estadista Margaret Thatcher, a ‘Dama de Ferro’ para mudar o perfil da cidade nestes quase oito anos à frente da gestão do município.

Ao assumir o mandato de prefeito pela primeira vez em 2008, incentivou a população a consumir bens e serviços em Cristalina, reaquecendo a economia, gerando empregos e renda. Paralelamente, reorganizou os processos de gestão e implantou uma nova filosofia gerencial impactando diretamente na prestação de serviços do município. Em dois anos de mandato, a referência de município rico proporcionado pelo agronegócio, mas com uma cidade pobre na geração de riquezas, transformou-se numa referência regional.

O resultado dessa iniciativa política salta aos olhos dos que conheceram Cristalina há 10 anos, comparados aos dias de hoje. Carros fervilhando pelo centro da cidade dividindo espaço com pedestres apressados e um comércio que, a despeito da crise econômica que assola o país, mantém portas abertas gerando empregos e renda. Claro que o agronegócio fomenta o maior número de postos de trabalho, mas sem políticas públicas para direcionar uma rede de proteção social eficiente, Cristalina seria um município rico com um grande contingente de pobres.

“Todos nossos esforços têm sido em melhorar o espaço em que o cristalinense vive, trabalha, estuda e cria os filhos. A inovação passa pelas áreas de lazer, infraestrutura, segurança, educação e saúde, só para citar o básico. São centenas de intervenções feitas nestes quase oito anos à frente da prefeitura. Avançando muito em conquistas na melhoria de vida das pessoas, mas o que me orgulha é ter contribuído como gestor público, conectar as camadas mais pobres com benefícios que só uma parcela da sociedade alcançava”, diz orgulhoso Attié.

Embora alguns insistam em não ver o significado destes avanços na modernização da gestão pública de Cristalina, Attié continua transformando as pedras que atiram nele, em alicerces seguros que sustentam inovações permanentes. Não só por uma gestão, mas para gerações que estão chegando agora. “Enfrentamos obstáculos e superamos dificuldades, obtendo muitas conquistas. As escolhas que fizemos ao longo do governo sempre levaram em conta o cidadão Cristalinense”

VICIADO EM TRABALHO – Prestes a completar seu segundo mandato como prefeito, Attié mantém acelerado seu ritmo de trabalho que nunca é inferior a 10 horas por dia. Não importa se em Cristalina, Brasília ou Goiânia. Em qualquer lugar está a serviço do município. Normalmente um gestor público em final de mandato, tende a ser mais flexível com os compromissos de estado, mas Attié não. Sua conduta sinaliza que vai continuar até o último momento mediando conflitos entre poucos recursos e grandes demandas. Estes desafios a população nem toma conhecimento do quanto é difícil para um gestor equilibrar: de um lado, os poderes fiscalizadores, de outro, a população legitimamente buscando ser atendida pelo poder público e no meio, o prefeito buscando o equilíbrio.

Político moderno, este economista tem a visão focada no amanhã de Cristalina, Attié sabe que o grau de exigências dessa nova classe média urbana, crítica e atenta às conquistas advindas de ações públicas, assumiu o lugar da classe média rural, normalmente refratária e alheia aos interesses coletivos. Essa classe média que ele contribuiu muito para ser formada em Cristalina, ironicamente é a mesma que pontua seu desgaste no quesito ‘rejeição’. Essa nova força consumidora é a que mais reivindica e tece críticas à sua gestão, pouco importando se existem recursos para atender suas demandas.

Desinformada e alheia às regras que regem a administração pública, essa força tornou-se instrumento político manipulado por lobos travestidos de cordeiros, infiltrados entre inocentes úteis. Espertalhões da ‘velha política’ que só querem ‘o poder pelo poder’. Para esses lobos, não importam se existem recursos ou não para atender a tantos clamores dos cidadãos por mais infraestrutura, saúde e segurança.

Este é o calvário de homens que enfrentam incompreensões dos que vivem na zona de conforto e dos que se aboletam no poder sugando recursos. Junto a eles, oportunistas que fingem serem amigos da população aproveitando a credulidade das pessoas carentes, humildes e dependente de ações públicas na área social.

A oposição passou os últimos anos da gestão Attié acusando-o de ser ‘estrangeiro’. Além do provincianismo preconceituoso, não faz o menor sentido se considerarmos que a maioria da população de Cristalina tem sua origem em outros estados brasileiros, principalmente do Sul. Estes ‘opositores’, além de atrasados no conceito dos laços de amizade, relações sociais e afetivas onde as pessoas muitas vezes florescem e não onde nasceram. As pessoas migram para outras localidades em busca de oportunidades, trabalho e mesmo estudos ajudando no desenvolvimento da cidade, mas isso não significa que elas são ‘estrangeiras’.

Luiz Carlos Attié é um desses cristalinenses que migrou ainda jovem, em busca de oportunidades, mas nunca perdeu o vínculo familiar dos que moram na cidade. Em Cristalina tem fazenda, residência na cidade e muitos amigos, portanto, essa bobagem de ‘estrangeiro’ é só para manipular os inocentes políticos.

QUASE R$ 400 MILHÕES INVESTIDOS – A frase preferida da oposição é a que o prefeito não fez nada pelo município, mas quando qualquer cidadão mais atento circula pela cidade, percebe o quanto isso é falso. Começando pela qualidade de vida. Só este ano já foram investidos em infraestrutura, mais de R$ 42 milhões, sem contar manutenção da saúde com remédio de alto custo, estradas, ruas, limpeza urbana e uma infinidade de prestação de serviços.

A partir de 2009, quando tomou posse como prefeito, Attié já investiu nos 7,5 anos, quase R$ 400 milhões no município. Desde uma troca de lâmpada à compra de remédios para postos de saúde, UPAs, Hospital Chaud Salles, reforma de escolas, manutenção e centenas de outros investimentos. Para se ter uma ideia do quanto a área social recebe atenção da prefeitura, entre os anos de 2009 e meados deste ano, só com a merenda escolar foram investidos quase R$ 25 milhões.

Ainda na área de educação, o transporte escolar dos 3.500 alunos consome uma média de R$ 9 milhões por ano, percorrendo 41 mil quilômetros. Isto com os municípios brasileiros passando por uma escassez de recursos sem igual, fruto de políticas equivocadas onde o governo federal retém 70% dos recursos arrecadado, estados com 25% e os municípios com míseros 5%. Considerando que houve uma grande queda na atividade econômica, imagine o que os prefeitos têm sofrido para honrar compromissos e atender os serviços básicos à população. Haja trabalho, inteligência e negociação com fornecedores para que os cidadãos continuem tocando suas vidas com o mínimo de garantias dos serviços essenciais do município.

Para Attié, devido à crise que o país enfrenta, os dois últimos anos foram de angústia. “Sacrificamos alguns projetos, e adiamos alguns sonhos, como a conclusão do Parque Topázio, Avenida Antonino Camilo, quase 500 casas do Programa Minha Casa Minha Vida, 256 apartamentos, no DNER em convênio com a SPU de Goiás, transferência da garagem do município para a nova área industrial, implantação do Setor de Oficinas, Adubos e Fertilizantes (Soafert), construção do Restaurante Cidadão em parceria com o governo de Goiás, Rodoshopping e o Aeroporto de Cargas e Passageiros. Infelizmente a crise econômica atrapalhou o país, Goiás e, claro, nosso município. Mas garanto. Meu sucessor vai receber um município bem melhor do que recei”.

“TOCADOR DE OBRA NÃO, MODERNIZADOR” – Os críticos de Attié batem bumbo pela cidade dizendo que ele é um “tocador de obras iniciadas e nunca concluídas”. Ele argumenta com raciocínio simples: “Desde minha posse como prefeito, optei em cuidar das pessoas em primeiro lugar antes das grandes obras. Paralelamente, iniciei projetos importantes como a reconstrução do Hospital Chaud Salles, Unidades de Pronto Atendimento, Postos de Saúde, escolas, recuperação de estradas, prédio do INSS, Fórum, Ministério Público e uma infinidade de obras estruturantes para o município. Tudo isso com recursos escassos. Penso que este é o papel do gestor: cuidar e amparar com dignidade os cidadãos ampliando equipamentos públicos para uma melhor qualidade de vida. Quanto aos críticos, digo que eles confundem modernizar uma cidade com planejamento com gestão obreira. Nenhuma obra na prefeitura foi realizada sem planejamento e projeto”.

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