Advogado Kakay ataca Reública de Curitiba, mídia e o poder sem limites do Judiciário

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Antonio Carlos de Almeida Castro, mais conhecido como Kakay, não pode ser acusado de esconder suas posições (José Varella/Folhapress)
Antonio Carlos de Almeida Castro, mais conhecido como Kakay, não pode ser acusado de esconder suas posições (José Varella/Folhapress)

Entrevista com o advogado criminalista e eleitoral, Antônio Carlos de Almeida Castro, mais conhecido como Kakay à revista Carta Capital, merece ser lida, não só pelo personagem que se tornou Kakay, mas sobretudo pela contundência crítica ao Judiciário. Pode-se não gostar de seus argumentos, mas trata-se de uma corajosa opinião sobre o momento em que o país atravessa. Kakay não poupa críticas ao métodos da República de Curitiba e a mídia: “O autoritarismo, a espetacularização do processo criminal chegou a um ponto no qual a defesa só é ouvida para cumprir um rito. Se não fosse ouvida, seria um escândalo internacional. A defesa não tem espaço, a paridade de armas foi absolutamente jogada em décimo plano.

Para apresentar uma denúncia, esses procuradores e delegados, e até a Receita Federal, convocam a mídia e ficam duas horas a esmiuçar a vida do alvo. É claramente ilegal, inconstitucional. Quero saber se a mídia dará depois duas horas para a defesa rebater ponto a ponto. É prejulgamento. (Wilson Silvestre). Confiram a integra da entrevista no link: http://www.cartacapital.com.br/revista/933/kakay-um-super-judiciario-passou-a-ocupar-um-espaco-que-nao-e-dele

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