Abre alas, Cristóvão quer passar além de uma boa gestão em Luziânia

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Por Wilson Silvestre – O PSD pode ter perdido duas prefeituras importantes: Cristalina e Formosa, mas manteve Luziânia com a reeleição de Cristóvão Tormin (foto). Principal município do Entorno de Brasília e um dos mais influentes, tanto político quanto econômico na região. Após vencer uma disputa com poucos aliados e muitos adversários, Cristóvão pode imprimir em seu cartão de visitas, a logomarca da persistência e determinação, qualidades essenciais a um político contemporâneo da nova sociedade brasileira.

Gestão austera, transparente e antenada com as demandas sociais, fazem dele uma bandeira para o PSD empunhar, ampliando influência e conquistar novos aliados no Entorno. Embora ninguém ousa dizer qual será os passos de Cristóvão no futuro, ele dá uma pista: “Fazer uma Luziânia cada vez melhor”. Ou seja: está focado na gestão e nos grandes desafios que o município, estado e o país têm pela frente.

“O Cristóvão é de uma nova safra de políticos que pensam a gestão dentro de conceitos modernos, sem se deixar contaminar pelo poder. Está sempre em busca de resultados para os cidadãos, atendendo ao máximo demandas que até então, eram postergadas de uma gestão para outra”, avalia o presidente da Câmara de Vereadores, Murilo Roriz (PSD).

De fato, Cristóvão tem dito aos colaboradores e às lideranças políticas, que vai realizar uma gestão mais enxuta, diminuindo o custo da máquina pública para sobrar recursos e investir em infraestrutura, saúde, educação e segurança. “Este será o nosso legado às gerações que estão chegando: resgate da confiança da população aos administradores que passam pelo crivo das urnas. Penso que nossa contribuição como homens públicos, vai além de atender demandas da sociedade. Temos um papel importante no resgate da credibilidade nas instituições e na autoestima da sociedade”.

Cristóvão mostra em ação, que suas palavras não são meramente discursos vazios. Se comprometeu com a população que iria lutar em busca de mais segurança e cumpriu. Assegurou que iria investir em saúde e educação, está cumprindo. O exemplo foi assumir o desgaste junto aos jovens de que não iria investir R$ 500 mil no Carnaval, “sendo que este recurso pode ser aplicado na conclusão do hospital do Jardim Ingá. O Carnaval dura, no máximo quatro dias, e a demanda por assistência médica, o ano todo. Atitude e determinação na defesa da maioria. Este tem que ser o compromisso do homem público a partir de agora, onde a sociedade, definitivamente passou a ser a protagonista dos novos rumos do país”, resume Cristóvão.

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