Ministério Público empoderado, blitzkrieg midiática e redes sociais, trazem mais dúvidas do que esclarecimentos

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Emparedado pela delação dos irmão Wesley & Joesley Batista, presidente Michel Temer perde força para manter-se à frente das reformas necessárias ao país
Emparedado pela delação dos irmão Wesley & Joesley Batista, presidente Michel Temer perde força para manter-se à frente das reformas necessárias ao país

Por Wilson Silvestre – A percepção do brasileiro médio com os acontecimentos políticos do país, onde, a cada dia uma nova surpresa sacode as instituições, é a de que estamos prestes a mergulhar nas trevas da incerteza quanto ao futuro. A mais recente blitzkrieg midiática’ desencadeada pelo sistema Globo de comunicação, provocou mais dúvidas do que esclarecimentos sobre a ‘delação premiadíssima” da dupla nada sertaneja Wesley & Joesley, os mega milionários irmãos Batistas Friboi.

O farto material jornalístico produzido pela mídia impressa, eletrônica e plataformas digitais, a partir do pedido da Procuradoria Geral da República (PGE) ao Superior Tribunal Federal (STF) para investigar o presidente da República, Michel Temer abalou os alicerces éticos de nossa frágil democracia. Ao contrário do ‘rei está nu’, pode-se afirmar que o presidente Michel Temer está com a credibilidade fraturada e exposta.

Disso aproveitam o PT, seus zumbis ideológicos e parte da mídia formada na pedagogia de esquerda. Mentem cinicamente à população sobre a situação do país, atribuindo todas as mazelas ao presidente moribundo. Ignoram descaradamente que foram eles os responsáveis pelo rombo bilionário na contabilidade das contas públicas. Roubaram o povo brasileiro muito além do imaginado em qualquer parte das democracias civilizadas.

Para complicar ainda mais o confuso momento político, o empoderado Ministério Público Federal, atropela o bom senso investigativo e faz um acordo com o suspeitíssimo grupo JBS, jogando gasolina na fogueira do caos. Talvez para ‘mostrar serviço ao país’, o chefe da Procuradoria Geral da República, Rodrigo Janot, hoje, o homem mais temido pelos políticos, pede ao relator da Lava Jato, ministro do STF, Edson Fachin a prisão do presidente Michel Temer.

Fundamentado numa gravação clandestina, não periciada como manda a lei, obtida por um executivo investigado na roubalheira petista e assemelhados na Petrobras, Greenfield, Sépsis, Carne Fraca entre outras. Dada a celeridade em que a ‘investigação’ ocorreu, provocou um turbilhão de dúvidas, especulações na mídia e em redes sociais nunca vistas numa democracia.

O blog destaca um parágrafo do editorial publicado no jornal O Estado de S. Paulo na quarta-feira (24), onde faz críticas ao modus operandi do Ministério Público: “Eis aí uma deficiência séria que se observa na atuação do Ministério Público. Alguns de seus membros estão deixando de lado o trabalho que lhes cabe – a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, como diz a Constituição – para se ocuparem primordialmente de uma causa política, a demonstração de que todas as instituições, exceto o Ministério Público, estão podres”. Integra em http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,sem-rumo,70001810163

Como esperado, a bancada de esquerda no Congresso liderados pelo PT, batem bumbo gritando “Fora Temer”, mas olimpicamente não mencionam a roubalheira que fizeram nos 13 anos e quase cinco meses à frente do governo. O déficit de R$ 170 bilhões deixados por estes capitalistas de estado, exige que o país tenha reformas urgentes, principalmente previdenciária, política e tributária. Mas, o PT e seus zumbis ideológicos, apostam no caos e aproveitam ao máximo a fragilidade do governo Temer para jogar gasolina na fogueira.

Querem a todo custo retomar o poder para continuarem roubando, mentindo ao povo e atirando migalhas embaixo da mesa. Os brasileiros de bem e, principalmente os 14 milhões de desempregados, sonham em terem de volta seus postos de trabalho e o país crescendo novamente. Enquanto a política não encontra uma saída, os baderneiros liderados pelas bandeiras vermelhas do PT, CUT, MST entre outros fanáticos desprovidos de cérebro, incendeiam o país. Se não for encontrada uma solução urgente, vamos mergulhar nas trevas do bolivarismo.

Talvez a solução menos traumática e que politicamente retira o discurso do “Fora Temer” liderado pelo PT, seja a cassação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no próximo mês. Caso não ocorra, a situação do país torna-se imprevisível.

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