José Mário Schreiner, voz do agronegócio goiano que rompeu fronteiras políticas

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Em meio à crise, o agronegócio goiano e brasileiro tem sido ‘o ponto fora da curva’ na geração de empregos e divisas para o país, e o presidente da Faeg, José Mário Schreiner uma voz requisitada nas discussões tanto política quanto econômica
Em meio à crise, o agronegócio goiano e brasileiro tem sido ‘o ponto fora da curva’ na geração de empregos e divisas para o país, e o presidente da Faeg, José Mário Schreiner uma voz requisitada nas discussões tanto política quanto econômica

Por Wilson Silvestre – Vivemos tempos de descrédito nos políticos e desconfiança na política como instrumento dialético para superar crises. Os cidadãos torcem o nariz quando ouvem a palavra ‘partidos ou liderança partidária’. A degradação moral, ética e a total ausência de compromisso com o país, fazem com que a população veja a atividade política como causa principal da degradação econômica. Mas, sem a política, nenhuma nação avança no aperfeiçoamento de leis e organização dos processos produtivos.

Mesmo com esta descrença sobre o futuro do país, ainda existe uma parcela da sociedade que acredita numa mudança de rumos, provocados pelas múltiplas vozes de lideranças nos variados segmentos econômicos, classistas e, claro, político. Os cidadãos medianamente informados percebem que a depuração nos costumes políticos, degradados pela corrupção sistêmica no país, está sendo demolida pelo juiz federal Sérgio Moro. Após este processo, um novo país vai emergir com vitalidade e regras republicanas.

Mesmo em meio ao vazio de lideranças políticas na atual safra de poder, um novo Brasil começa a dar passos em busca de novos personagens para colocar o gigante nos trilhos. Dentre eles, homens como o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner são convocados para somar ideias na reconstrução da credibilidade brasileira junto às nações civilizadas. O perfil contemporâneo, atento e focado na defesa dos produtores de Goiás e do agronegócio brasileiro, fazem de José Mário um protagonista das discussões econômicas, enlouquecidas pelo descrédito do Congresso Nacional.

Conhecido por sua habilidade em aglutinar aliados na defesa de ideias consensuais, José Mário vem despertado o interesse de várias siglas partidárias. Não só porque ele representa uma fatia considerável do PIB goiano, mas pela defesa enfática do desenvolvimento econômico do país com inclusão social no campo e na cidade. Estas siglas tem em comum, a percepção de que o presidente da Faeg é um líder afinado com o pensamento desenvolvimentista em toda a cadeia produtiva, tanto regional quanto nacional. “Ele ultrapassou a fronteira política de Goiás”, resumiu um importante prefeito do Entorno de Brasília.

De fato, basta uma rápida consulta em sua exaustiva agenda para constatar que, além das demandas administrativas na Faeg, José Mário é constantemente convidado para participar de debates, reuniões em comissões no Congresso, área tributária e econômica do governo federal. Dentre os líderes que representam o agronegócio brasileiro, sua voz é ouvida, quer ponderando ou sendo incisivo no debate em defesa de políticas que favoreçam as camadas mais vulnerável no campo e na cidade. “Os produtores não desejam que só uma parcela da sociedade tenha acesso à sua produção, principalmente alimentos”, pondera ele.

Sua visão política está alicerçada nos programas de inclusão social da Faeg e do Senar Goiás. Ele deu uma nova roupagem ao conceito de cidadania aproximando o campo da cidade e vice-versa. “Temos somado esforços na constante busca de parcerias para programas como Faeg Senar em Ação, Agrinho, Agrinho Jovem, Agricultora Urbana, Casa de Apoio à Saúde Rural e, claro, o constante apoio aos sindicatos rurais e o produtor de um modo geral”, conta.

José Mário tem a nítida compreensão das questões enfrentadas pela sociedade brasileira. Torce para que os conflitos ideológicos não sejam o ponto de partida para uma ruptura institucional. “Devemos buscar o diálogo político para a retomada do crescimento econômico, reconduzindo os mais de 14 milhões desempregados aos postos de trabalho. Não tenho poupado energia para que o país volte a crescer o mais rápido possível. Só assim nossos irmãos brasileiros que vivem na linha da pobreza, tenham acesso à saúde, educação, trabalho e moradia”.

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