Júlio Paschoal defende novo pacto federativo para equilibrar finanças de estados e municípios

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Professor, economista e pré-candidato a deputado estadual, Júlio Paschoal: “José Eliton tem experiência em gestão e planejamento, instrumentos essenciais para um governo comprometido com o equilíbrio fiscal e o desenvolvimento”
Professor, economista e pré-candidato a deputado estadual, Júlio Paschoal: “José Eliton tem experiência em gestão e planejamento, instrumentos essenciais para um governo comprometido com o equilíbrio fiscal e o desenvolvimento”

Por Wilson Silvestre – O pré-candidato a deputado estadual pelo PSDB, Júlio Paschoal é um cidadão de fé, calmo, leal, dedicado à família, defensor de ideias liberais, seguidor do modelo de gestão Marconi Perillo e do deputado federal, Giuseppe Vecci.

Em pé: Gabriel Paschoal sobrinho, Ana Paula Paschoal e Júlio Paschoal. Sentados: Jane Paschoal (esposa) e os pais de Júlio: Sônia Pascoal e Enio Paschoal (Álbum de família)
Em pé: Gabriel Paschoal sobrinho, Ana Paula Paschoal e Júlio Paschoal. Sentados: Jane Paschoal (esposa) e os pais de Júlio: Sônia Pascoal e Enio Paschoal (Álbum de família)

Catalano, filho de Enio Pascoal e Sônia Suely Sampaio Rosa Paschoal. Casado com Jane Paschoal e tenho dois filhos: Pedro e Gabriela Paschoal. Formado em Ciências Econômicas e Contábeis pela PUC-GO com pós graduação em Análise e Auditoria Contábil pela mesma Instituição de Ensino e com Mestrado em Desenvolvimento Econômico pela UFU-MG. Funcionário de carreira do TCE-GO, cedido à Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento (Segplan) onde exerce a função de Superintendente de Patrimônio do Estado de Goiás.

Ele quer levar para a Assembleia Legislativa de Goiás – caso eleito –, a tradição política da família Paschoal: honra, honestidade e transparência na defesa dos ideários desenvolvimentista dos políticos de Catalão, Goiás e do Brasil.

Júlio também aborda a escassez de recursos de estados e municípios devido a concentração de tributos do Governo Federal. “Muitas obrigações foram repassadas aos estados e municípios tendo o FPE e o FPM caído, retirando desses entes federativos a condição de equilibrar suas contas. Por essa razão entendo que um novo pacto, precisa ser discutido e aprovado”. A seguir, um pouco das ideias do economista e professor Júlio Pachoal:

Historicamente, Catalão tem sido um celeiro de bons políticos sendo protagonista nas eleições majoritárias desde os anos 1950. O sr. pertence a uma linhagem de homens públicos com relevantes serviços prestados ao município e o estado, caso do seu pai, Enio Paschoal e de seu tio, Silvio Paschoal também ex-deputado estadual e ex-prefeito do município. Política está no DNA da família?

A forma em fazer política com responsabilidade, honestidade e determinação é o nosso DNA. Costumo dizer para as pessoas e lideranças políticas que, antes de assumir compromisso com qualquer município, tenho um pacto de honra com meu pai, ex-deputado estadual Enio Pascoal e o meu tio [Sílvio Paschoal], já falecido: nunca deixar o sobrenome “Paschoal” cair na lama. Fazemos política com responsabilidade e honestidade. “Como integrante do Governo de Goiás pude presenciar a importância da social democracia no desenvolvimento socioeconômico do estado nos últimos 20”.

O que motivou o sr. concorrer a uma vaga no legislativo estadual?

Como integrante do Governo de Goiás pude presenciar a importância da social democracia no desenvolvimento socioeconômico do estado nos últimos 20. Soma-se a este conceito ideológico, o modelo de gestão do nosso maior lider, Marconi Perillo. Movido pela amizade e companheirismo do deputado federal, Giuseppe Vecci, principal gestor dos três governos do chamado ‘Tempo Novo’ e por ser ele presidente do PSDB em Goiás, senti maior segurança filiando na legenda.

Caso seja eleito deputado estadual, o que os cidadãos eleitores podem esperar do senhor e os municípios, principalmente sua terra natal, Catalão?

Serei o melhor deputado estadual de Catalão e dos mais de 80 municípios onde desenvolvo um trabalho junto às lideranças em vários segmentos.

Como economista o professor e ocupante de cargo estratégico no Governo de Goiás, avalia a situação fiscal e econômica dos municípios goianos?

De maneira geral os município enfrentam sérias dificuldades financeiras, comprometendo 50% de suas receitas com folhas de pessoal. Dos 246 municípios do estado, apenas 10 representam 66% do PIB enquanto os 236 restantes, apenas 34%.

A reversão dessa situação passa necessariamente por uma integração entre municípios considerados pólos, dinâmicos com os não dinâmicos ou dormitórios. Quanto a um novo pacto federativo, entendo que deve ser buscado pois a união concentra atualmente quase 60% dos recursos. Muitas obrigações foram repassadas aos estados e municípios tendo o FPE e o FPM caído, retirando desses entes federativos a condição de equilibrar suas contas. Por essa razão entendo que um novo pacto, precisa ser discutido e aprovado.

O sr. acredita que o fim da Lei Kandir vai beneficiar estados e municípios?

Penso que ela em si foi importante para os estados ao desonerar as exportações. O que precisa modificar é o sistema de compensação aos estados, uma vez que da forma que se encontra não obriga a União a recompensar na íntegra os entes federativos. Creio que se isso for feito por meio de uma emenda constitucional, obrigando a União fazer os repasses na totalidade e, caso não cumpra, receber algum tipo de sanção, não precisa ser revogada.

O sr. visitou quase todos os 246 municípios goianos. No contato direto com a população e lideranças o sr. percebeu entusiasmo com a pré-candidatura do vice-governador José Eliton para governador?

Reconhecemos que as pesquisas nesse momento não são favoráveis ao nosso grupo político. O cenário é atípico em relação à vitória do ex-governador Alcides Rodrigues, no entanto, as duas últimas administrações do governador Marconi Perillo foram muito boas e podem, sem dúvida, reverter o quadro atual. Esta é a expectativa de prefeitos, vereadores e lideranças com quem tenho conversado nos vários municípios que visito.

José Eliton tem experiência em gestão e planejamento, instrumentos essenciais para um governo comprometido com o equlibrio fiscal e o desenvolvimento.

Assim que o governador Marconi Perillo concluir ajustes no campo político, acredito que o quadro tende a melhorar os números de aprovação de José Eliton.

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