CRISTALINA] Oposição erra ao fazer campanha cerrada contra Daniel do Sindicato sem apresentar solução

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Oposição ao prefeito de Cristalina, Daniel do Sindicato faz barulho como ‘perdedores’ e sem estratégia política para retomar o poder. Na imagem, Daniel confere novos equipamentos para o Hospital Municipal Chaud Salles, uma das principais fonte de críticas da oposição. Nenhum oposicionista fez referência a esta conquista para a população
Oposição ao prefeito de Cristalina, Daniel do Sindicato faz barulho como ‘perdedores’ e sem estratégia política para retomar o poder. Na imagem, Daniel confere novos equipamentos para o Hospital Municipal Chaud Salles, uma das principais fonte de críticas da oposição. Nenhum oposicionista fez referência a esta conquista para a população

Por Wilson Silvestre – Faz parte do jogo político exercitar a dialética oposicionista quando se está fora do poder, tanto pelos que perderam a disputa eleitoral, empregos e interesses econômicos. Os argumentos, sólidos ou não, servem para tentar reconquistar o cidadão eleitor, apontar falhas na gestão vencedora e ‘apagar’ da memória coletiva, a derrota sofrida nas urnas.

Em Cristalina não é diferente. Uma minoria torce para que a gestão do prefeito Daniel [do Sindicato] Sabino Vaz (PSB), naufrague. A oposição utiliza o ‘biombo povo’, aproveitando que Daniel é um debutante em gestão pública para desconstruir, primeiro sua imagem limpa como cidadão, depois, seu grupo e a gestão. É um erro tático. Criticar por apenas criticar sem apresentar solução factível apenas discurso do blá blá blá, perde total credibilidade junto a população.

Não precisa ser um observador da cena cotidiana de Cristalina para perceber que, desde a posse em janeiro de 2017, uma acirrada oposição aflorou nas redes sociais, questionando demandas prometidas por Daniel durante a campanha. Por mais abarrotada de recursos e equilíbrio fiscal que o município tivesse, não existe a menor possibilidade em atender de uma vez, todas reivindicações da população.

Existem mecanismos legais que impedem realizações de obras e serviços públicos, sem o amparo legal. Soma-se a este amaranhado burocrático, a complexidade orçamentária recheada de passivos recebida como herança. Organizar e imprimir um novo modelo de gestão, requer tempo e paciência, no entanto, nada está parado. A gestão sabe que está longe do ideal, mas busca aproximar a população das conquistas alcançadas até agora.

Outro argumento é que o município tem R$ 100 milhões, mas esquecem que existem acordos trabalhistas, fornecedores, obrigações em contrapartidas, custo da máquina e a prestação de serviços que não podem ser ignorados ou adiados. Outros desafios na prestação de serviços à população num município que, de um extremo ao outro, tem mais de 1 mil quilômetros de estradas vicinais, escolas, pontes e assistência médica para atender. Tudo isto tem custo muito elevado e acima das possibilidades da prefeitura. Se fosse tão fácil, o antecessor de Daniel teria passado a régua nas demanda e feito o sucessor.

O influente escritor irlandês, dramaturgo e poeta, Oscar Wilde (1854-1900), cunhou uma frase definitiva sobre o comportamento humano: “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas só existe”. Se Wilde pudesse retornar nos dias atuais, veria que em Cristalina tem gente querendo só existir e não ‘viver a cidade’.

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