A maioria dos políticos sofre de psicopatia e não hesita em fazer pessoas sofrerem

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 “O líder psicopata não considera os cidadãos como pessoas com direito, mas as consideram como coisas”. No poder, tomam decisões sem pensar na população como fizeram e fazem governadores, presidente, ministros e tantos outros ‘donos do poder’. A história está ai para nos mostrar: José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique, Lula da Silva, Dilma Rousseff, Michel Temer entre outros fizeram e fazem muita gente sofrer. Não cultivam remorsos ou drama de consciência
“O líder psicopata não considera os cidadãos como pessoas com direito, mas as consideram como coisas”. No poder, tomam decisões sem pensar na população como fizeram e fazem governadores, presidente, ministros e tantos outros ‘donos do poder’. A história está ai para nos mostrar: José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique, Lula da Silva, Dilma Rousseff, Michel Temer entre outros fizeram e fazem muita gente sofrer. Não cultivam remorsos ou drama de consciência

Por Wilson Silvestre – O que motiva o cidadão eleitor escolher um candidato e votar? Para os mais engajados, a ideologia, mas a grande maioria vota pelas ideias e o poder de persuasão do candidato. Não importa se o pretendente busca vaga de vereador, prefeito, deputado estadual, federal, senador, governador e presidente da República. Vota quase que por indução tendo como bússola, a maneira como a mensagem é transmitida.

Ao vencer a batalha das urnas, o eleitor passa a ser apenas um detalhe que será procurado somente na próxima disputa eleitoral. Com raras exceções, após diplomado, a presença pública do ungido pelas urnas torna-se escassa e, em muitos casos, só aparece em eventos ou na mídia. Empossado no cargo, dificilmente terá tempo para o eleitor comum. Quando o cidadão bate à porta do gabinete no Congresso, Legislativo estadual, sede do governo e mesmo em solenidades, recebe a resposta padrão: “Procure meu gabinete e marque um horário”, desaparecendo em seguida. Esta é uma pequena constatação em como o eleitor é tratado por seus representantes no Brasil.

Por sugestão de uma amiga paulista, executiva em gestão hospitalar privada, Luciana Martins Florio, o blog aborda um tema já discutido nos meios acadêmicos e na mídia: Psicopatia. Este distúrbio mental muitas vezes associado a indivíduos com tendência a serial killer, passa despercebido pelas pessoas quando se trata de políticos. Não que o homem público depois de eleito saia mantando pessoas. Não é este o tipo que será abordado nesta opinião.

Quem conquista uma eleição e assume poder de mando, torna-se cavaleiro templário defendendo interesses coletivos da sociedade. Certo? Totalmente errado. Exemplos é o que não faltam, a operação Lava Jato está ai para mostrar, citando só a mais famosa.

Para o psiquiatra e professor na Universidade de Buenos Aires, Hugo Maritán em entrevista ao Sítio https://soydondenopienso.wordpress.com/2008/09/13/hugo-marietan-a-que-llamamos-psicopata/, “Uma característica básica do psicopata é que ele é um mentiroso, mas não é um mentiroso qualquer. É um artista. Mente com a palavra, mas também com o corpo. Atua. Pode, inclusive, fingir sensibilidade. Acreditamos nele uma e outra vez, porque é muito convincente. Um dirigente qualquer sabe que tem que cumprir sua função durante um tempo determinado. E cumprida a missão, vai embora. Ao psicopata, por outro lado, uma vez que está acima, ninguém pode tirá-lo: quer estar uma vez, duas, três vezes. Não deixa o poder e muito menos o delega”. Semelhança com a maioria de nossos representantes não é mera coincidência.

Puxando um pouco a memória vamos buscar na redemocratização do país, o então intrépido presidente José Sarney e seu ‘salvador Plano Cruzado’ que elevou a inflação a 1.764,86% no final de 1990. Na sequência, veio o ‘Caçador de Marajás’ – quanta ironia –, Fernando Collor. Talvez o mais cruel de todos ao sequestrar a poupança da classe média e aposentados limitando os saques a NCZ$ 50 mil. O restante ficava retido por 18 meses, com correção e 6% de juros ao ano. Houve quebradeira geral no país, suicídios e nem por isso Collor verteu uma lágrima. Psicopatia pura.

Fernando Henrique Cardoso, o príncipe dos sociólogos teve o mérito de domar a inflação, enxugar o mastodonte estado brasileiro, mas nem por isso deixou de empobrecer a classe média e tornar os pobres dependentes do Estado instituição. Resultado: deixou o governo com baixa popularidade, mas não foi tão cruel quanto os antecessores. Seu erro e do PSDB de um modo geral, é não conseguir dialogar com os pobres, preferindo sentar-se à mesa dos vinhos caros e restaurantes idem em São Paulo e Brasília.

A era Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos petistas, deixou o país à mingua com seu modelo econômico de estado em detrimento da economia de mercado. Lula ainda conseguiu nos primeiros 4 anos de governo, manter os fundamentos econômicos, mas Dilma e seu desastrado ministro de economia, Guido Mantega interviram tanto regulando preços, dando desonerações específicas para setores amigos que levou o país quase à falência.

Os petistas foram os que mais se mostraram incapazes, corruptos, egoístas e ‘donos do dinheiro público’. Gastos estratosféricos com cartões corporativos, aluguem de jatos executivos, hospedagem em castelos suntuosos e comportamento digno dos Sheiks do Petróleo, demostra o quanto a Psicopatia está encrustada nas mentes dos lideres do PT.

Todos, sem exceção nunca se importaram com o clamor do povo. O sofrimento da população é algo irrelevante, um detalhe que não incomoda ou tira o sono deles. Presidente, governador, prefeito ou qualquer outro político em posto de mandatário, não tem o menor remorso em atirar as pessoas na rua. Os psicopatas políticos não sentem remorsos, vergonha ou compaixão. Tudo faz parte de um cenário e eles são os atores. Simples assim.

O mestre psiquiatra Hugo Maritán nos brinda com uma análise perfeita sobre estes personagens, principalmente Lula, Dilma, Zé Dirceu, Palocci, Mantega entre centenas de outros petistas que orbitavam a divindade Lula: “Em torno do dirigente psicopata se movem pessoas que querem satisfazê-lo. Pessoas que, embaixo do efeito persuasivo, são capazes de fazer coisas de que outro modo não fariam. São pessoas subjugadas, sim, e, inclusive, podem ser de alto nível intelectual. O líder psicopata não considera os cidadãos como pessoas com direito, mas as consideram como coisas, porque o psicopata sempre trabalha para ele mesmo, ainda que em seu discurso diga tudo ao contrário”.

Numa escala menor englobando ministros, burocratas no Congresso, Tribunais de Contas (União, estados e municípios), Ministério Público Federal e estadual, Tribunais Superiores (STF e STJ), governadores, deputados estaduais, prefeitos e vereadores, todos tem um pouco de Psicopatia. Observem como um governante ou um dos personagens citados acima, se comportam diante de alguém que pertence a um estrato inferior. Sempre com a cara fechada, sem tempo para muita conversa e ríspidos.

Então, como diria a amiga do blog, Luciana: “Devemos ter muita cautela em outubro próximo nos discursos que ressaltam recuperação da economia, geração de empregos, renda, melhor segurança, saúde, educação e tantas outras mentiras. Eles estão mais preocupados é com o poder e não com o povo, portanto, escolher entre o menos pior ou que mente menos”.

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