A crise que atravessamos pede em 2021 menos políticos e mais estadistas

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TEMPOS DIFÍCEIS EXIGEM LIDERANÇAS FORTES E INSPIRADORAS – Dificilmente vamos encontrar estadistas do porte do Primeiro Ministro da Inglaterra que manteve o povo unido e esperançoso durante a II Guerra Mundial. Seu contemporâneo presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Roosevelt, tomou decisões econômicas inovadoras na economia no pós-Grande Depressão, recuperando o país da pobreza e fome. Infelizmente com a atual safra de políticos que o país tem, dificilmente vamos encontrar alguém que pelo menos os imitassem.

O país vive momentos de desassossego e inseguro quanto ao futuro. Para piorar, sobram muitos políticos e suas ideologias de extremos à direita ou à esquerda, mas o maior desastre é a falta de estadistas. Alguém que resgate a confiança da nação sem roubalheira como tem sido nos últimos 40 anos, agravada na era petista e seus asseclas de todas as siglas. Não precisa ser um Winston Churchill que manteve o povo inglês unido durante a II Guerra Mundial, ou Franklin Roosevelt que graças às decisões tomadas em relação à economia no pós-Grande Depressão, recuperou o país da pobreza e fome.

Alguém que olhe para as questões de interesse dos cidadãos com determinação criando empregos, melhor qualidade de vida nas cidades, bom atendimento em saúde, educação e transporte urbano. Hoje, estas demandas passam longe das prioridades de nossa elite política. A agenda dessa gente não consta enfrentar estes problemas como prioridade pois estão mais focados numa agenda pouco republicana. São apenas políticos menores, estrábicos que só enxergam a si mesmos e ignoram as aflições do dia a dia da população.

Qual futuro o país terá com 14 milhões desempregados e continua crescendo, para piorar, uma disparada de preços altos em itens básicos de alimentação como óleo comestível, arroz, feijão, leite e por ai vai? Enquanto a patuleia grita por socorro, uma minoria pede mais privilégios e reforçam suas contas bancárias. O povo é apenas um detalhe.

Vamos começar 2021 sob a sombra de uma pandemia que ceifou milhares de pessoas, mudou nosso modo de vida, destroçou a economia, desempregou homens e mulheres que agora não sabem a quem recorrer. A maioria ainda alimenta suas expectativas na nova safra de prefeitos eleitos e reeleitos. Eles são a última linha de defesa dos cidadãos já que a patuleia não bate na porta do governador, Congresso ou do presidente da República.

Então este é o momento que para recomendar às Suas Excelências, sensatez para corrigir rumos, ajustar projetos que gerem empregos e renda. Dialogar mais com os setores produtivos e adotar políticas públicas que estimulem novas empresas. A missão é difícil, espinhosa, mas possível de ser cumprida. O gestor que souber estabelecer prioridades, sem dúvida, terá o reconhecimento da população e entrará para a história pela porta da frente e não pelos fundos.

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