VALPARAÍSO| Democratas do caos rondam a fronteira do ódio contra gestão de Pábio Mossoró

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Prefeito de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró tem dito que sua vitória foi conquistada com a união da sociedade que acredita na transformação do município. “Enquanto alguns pregam o caos tentando destruir aos invés de construírem, nós temos fé em dias melhores com muita dedicação e trabalho e vamos continuar resgatando compromissos feitos com a população. Deus nos guiou no passado e continua iluminando o nosso futuro”. (Foto reprodução do Facebook pessoal).

Recentemente o Presidente Executivo do centenário jornal do Paraná, Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira divulgou um longo manifesto aos leitores e à sociedade brasileira sobre liberdade de expressão. Destaco um trecho que julgo apropriado para esta minha análise sobre o que penso sobre os críticos de redes sociais e seus desejos incontidos. “Quando foi que diante de uma ideia da qual se discorda, as pessoas pararam de debater e começaram apenas a agredir? Quando foi que passou a ser aceitável quebrar uma cidade inteira em nome de uma reivindicação ainda que justa? Vivemos em uma sociedade onde, em um minuto, tudo parece ser relativo, onde ‘tudo pode, e, no minuto seguinte, uma sociedade onde ‘nada pode”. (Leia na integra em https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/gazeta-do-povo-lanca-manifesto-em-defesa-da-liberdade-de-expressao-e-contra-cultura-do-cancelamepp9nto-assista/)

A citação acima reflete o mundo contemporâneo em que vivemos. Hoje é praticamente impossível permanecer indiferente aos acontecimentos que marcam a agenda mediática, principalmente nas redes sociais. Temas como desemprego, ataques dos jornalões ao governo federal, Congresso brasileiro que ignora solenemente o que a patuleia precisa e defende; Suprema Corte interpretando leis a seu gosto, preferências ideológicas que pregam uma coisa, mas praticam outra e, para completar, perdedores na recente disputa eleitoral que não descem do palanque azucrinando a vida dos vitoriosos. Nesta avalanche de ataques, os alvos preferidos nesta quadra de tempo são os prefeitos e vereadores eleitos.

Este é o caso de Valparaíso que, diferente da maioria dos municípios da Região Metropolitana de Brasília (Rembra), se destaca entre as noves cidades em que alguns personagens insistem em ‘colar’ no prefeito reeleito, Pábio Mossoró (MDB) todas mazelas provocadas pela pandemia do coronavírus ou a fúria na natureza com as chuvas causando transtornos e destruição de ruas.

Para esta minoria desorientada e órfã da massa em que faziam parte durante a campanha eleitoral, o esforço do que está sendo feito pela atual gestão, mesmo em meio a uma crise sem precedentes no país por conta da Covid-19, não tem serventia à população. Esta gente tem potencial humano para serem mais produtivos, mas preferem viver em busca de uma ‘causa social’ para trafegarem entre a fronteira do ódio e a necessidade de estarem aboletados no poder.

Estes poucos ‘Napoleões de hospícios’ que orbitam as redes sociais, vivem trombeteando que nada em Valparaíso funciona, que o asfalto é de péssima qualidade, a saúde um caos e que “o prefeito é o pior que o município já teve”. Não tem nenhuma responsabilidade no que publicam, deixando evidente que querem mesmo é desestabilizar o governo de Pábio Mossoró. São uns malucos que constroem castelos em busca de inquilinos para seguí-los nas plataformas digitais.

Estes militantes são incapazes de contextualizarem uma crítica propositava ou ver algo de bom que foi construído. Eles não percebem que a maioria optou pela continuidade da gestão elegendo Pábio Mossoró para o segundo mandato. Batem bumbo afrontando a população por ter escolhido ele como prefeito e não a quem serviam na campanha eleitoral. Insinuam que suas verdades são o farol de uma boa gestão, mas a sociedade de Valparaíso está escolada sobre esses arroubos. Ela aprendeu a contextualizar e afastar os excessos, prevalecendo o bom senso.

O cidadão está vacinado e imune contra o vírus do ódio produzido por estes ‘Napoleões de hospícios’, sobretudo nos espaços livres de emoções perpassadas pelo rancor de perdedores eleitoral. Essa gente não tem encontrado eco na população e muito menos nas redes sociais. São minoria em busca de vozes que lhes façam coro, mas continuam solitárias por falta de humildade e civilidade democrática.

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