Plácido Cunha entra no radar dos tocadores de berrantes que movem a manada digital contra Pábio Mossoró

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Presidente da Câmara de Vereadores de Valparaíso, Plácido Cunha (Avante) e o prefeito Pábio Mossoró (MDB): alvos permanentes da ira oposicionista que busca construir uma narrativa populista, sem projeto e que visa atrair a população fragilizada pela pandemia do coronavírus. (Foto via Facebook pessoal)

O atual presidente do Legislativo municipal de Valparaíso, Plácido Cunha (Avante) não é do tipo que faz gênero populista, mas tem seu lado ‘paz e amor,’ comportamento necessário para quem precisa sobreviver em meio ao serpentário político. Mas, até os monges tibetanos tem seus limites de paciência. Não que Plácido tenha perdido a sua, no entanto, até mesmo para um democrata que defende a pluralidade de ideias, sempre haverá um momento que dirá: basta!

Partindo do princípio de que liderança política não se aprende na escola, se forja ao longo da experiência e no embate de ideias, Plácido pode expor seu diploma na área com louvor. Ele não é neófito em política e já passou por várias gestões, portanto, não é uma liderança de agora, muito menos um ‘cristão novo’ na arena do legislativo. Tem história, serviços prestados, focado em “fazer o melhor para Valparaíso” e o mais importante: é leal ao seu grupo.

Como nem tudo são jardins na caminhada política, principalmente quando se é cotado para disputar vaga de deputado estadual, limita-se a observar os críticos de sua gestão à frente do legislativo. Ele percebeu que os ataques sofridos ultimamente, miram nele com intenção em acertar o prefeito Pábio Mossoró (MDB). Trata-se de um movimento sincronizado para fazer ‘sangrar’ politicamente o grupo de Mossoró. Nunca é demais lembrar que em 2022, ou seja, no próximo ano haverá escolha de deputados estaduais, federais, senadores, governadores e presidente da República e a oposição não está numa posição confortável.

No grupo de Pábio tem aproximadamente cinco postulantes à vaga, entre os mais cotados estão a vice-prefeita Zeli Fritsche (PDT) vereadores José Antônio (MDB), Roberto Martins (Podemos), Alceu Gomes (PL) e, claro, Plácido Cunha (Avante). Outro nome do grupo é o secretário de Obras e ex-vereador, Marcus Vinicius (Avante). Sendo uma eleição que vai definir o futuro do grupo liderado pela deputada estadual, Lêda Borges (PSDB), não causa surpresa os ataques sistemáticos à dupla Pábio/Plácido.

Os dois são os principais protagonistas políticos do município e estão empenhados em construir um novo momento para Valparaíso. São maestros da banda que conduzem o ritmo do grupo no contraponto aos adversários, principalmente dos que foram derrotados na eleição municipal. Esta turma do quanto pior melhor, não tem demonstrado muita criatividade no campo das ideias. São apenas ‘denunciadores especializados em tocar o berrante que move manadas’, tentando a todo custo, mudar a direção do eleitorado. Eles arriscam um discurso político do anti-establishment, afinal não tem nada a perder.

Esta turma do anti-tudo busca criar factoides midiáticos nas redes sociais, ampliando pequenos ajustes rotineiros no amaranhado burocrático que inferniza a gestão pública como se fosse desvio ético ou administrativo. São ‘denúncias’ que não tem nenhuma repercussão e acabam sendo tratadas como lorotas de perdedores. Gente que tenta atrair a população desavisada de suas artimanhas e movê-la, como bando, às suas posições de ‘salvadores da pátria’.

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